Categorias

As úlceras por pressão, apresentam diferentes categorias ao longo da sua evolução. Em todos os casos, deverá ser retirado o tecido necrótico antes de determinar o estado da úlcera. Tendo em conta a sua profundidade podem ser classificadas por:

 

Categoria I: Eritema não branqueável

Alteração observável na pele íntegra, relacionada com a pressão, que se manifesta por um eritema cutâneo que não empalidece ao pressionar; em peles escuras, pode apresentar tons avermelhados, azulados ou roxos.

Em comparação com uma área (adjacente ou oposta) do corpo não submetida a pressão, pode incluir alterações em um ou mais dos seguintes aspectos:
  • Temperatura da pele (quente ou fria).
  • Consistência do tecido (edema, endurecimento).  
  • E/ou sensações (dor, ardor).
                   

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Categoria II: Úlcera de espessura parcial

Perda parcial da grossura da pele que afecta a epiderme, derme ou ambas.

Úlcera superficial com aspecto de abrasão, flíctena superficial.

Esta categoria não deve ser utilizada para descobrir lacerações, dermatite associada com incontinência, maceração ou excoriação.

                                   

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Categoria III: Perda total da grossura da pele

Implica lesão ou necrose do tecido subcutâneo.

Pode extender-se para baixo, mas não pela faixa subjacente.

Pode incluir cavitações.

A profundidade varia segundo a localização anatómica.

 

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Categoria IV: Perda total da espessura dos tecidos

Destruição extensa, necrose do tecido ou lesão no músculo, osso ou estrutura de apoio (tendão, cápsula articular, etc.).

Profundidade real oculta por esfacelos e/ou escaras.

Pode incluir cavitações.

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